quarta-feira, 15 de junho de 2016

Perfil e principais interesses dos consumidores Wi-Fi

Em 2008, o Brasil atingiu a meta de 10 milhões de conexões um ano e meio antes do previsto. Em 2013, 27 milhões de usuários já tinham banda larga. A cada 2 segundos, 3 novas conexões são ativadas. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. Por tecnologia, 57,88% é DSL e 30,17% é cable modem.
O número de conexões móveis cresceu de 233 mil (em 2007) para 7,2 milhões em 2013. A projeção é de 9,3 milhões em 2014, superando os 15 milhões depois dos Jogos Olímpicos.
Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta e Cidade de Deus e em Duque de Caxias. Estão nos planos: São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo e 58km da Avenida Brasil, todos no Rio de Janeiro.
13% dos internautas brasileiros tem uma velocidade de banda larga de 128 a 512 Kbps; 45% tem 512 Kbps a 2 Mbps; 27% usa 2 Mbps a 8 Mbps, Se compararmos com os números de outubro de 2011, perceberemos a migração dos usuários para velocidades superiores. No 3º trimestre de 2013, a velocidade média da conexão atingiu 2,7 Mbps.

Em agosto de 2015, 97,7% das conexões eram consideradas de banda larga, ou seja, apenas 2,3% ainda eram conexões discadas.


Navegadores e Resoluções de Tela

Importante para os desenvolvedores nacionais, a rápida ascensão do Google Chrome em detrimento do Microsoft Internet Explorer (gráfico ao lado) é impressionante. Hoje, o Chrome está presente em 65% dos computadores. O IE, que antes tinha 75% do mercado, hoje tem apenas 15%[
Quanto à resolução de tela, a antes dominante 1024×768 caiu de 57% para 17%. Hoje, nota-se que as resoluções estão cada vez mais pulverizadas, tornando-se o design adaptável cada vez mais importante.


Desigualdade Social

A desigualdade social, infelizmente, também tem vez no mundo digital: entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tem acesso à Internet; entre os 10% mais ricos esse número é de 56,3%. Somente 13,3% dos negros usam a Internet, mais de duas vezes menos que os de raça branca (28,3%). Os índices de acesso à Internet das Regiões Sul (25,6%) e Sudeste (26,6%)  os das Regiões Norte (12%) e Nordeste (11,9%)

Apenas 5,2% da população mundial tem internet banda larga


O relatório trimestral da Akamai, consultoria especializada em números do mercado de internet, é, ao mesmo tempo, uma demonstração da evolução da tecnologia e também da alta desigualdade entre os países. Segundo os dados referentes ao período entre julho e setembro de 2015, houve um aumento de 14% na velocidade média de internet em todo o mundo. Por outro lado, apenas 5,2% da população mundial tem acesso à rede por banda larga. Ao todo, 126 países registraram números positivos em termos de velocidade, mas aqui, também há disparidade. No Japão, onde boa parte da população já está conectada, o crescimento foi de 0,2%, enquanto no Congo, onde o acesso à internet ainda é bastante limitado, esse aumento foi de 146%. Enquanto isso, regiões mais fechadas como a Namíbia e o Sudão, tiveram baixa de, respectivamente, 0,6% e 64%. Por outro lado, nos países desenvolvidos, cresce cada vez mais a adoção de bandas mais rápidas. Houve um aumento de 9,8%, em relação ao ano passado, no total de conexões com mais do que 4 Mbps de velocidade. Hoje, 65% dos usuários de internet do mundo possuem pacotes mais velozes do que estes, considerados suficientes não apenas para navegação, mas para utilização plena de todos os recursos da rede, como sites mais pesados, redes sociais e conteúdo por streaming. É justamente esse último aspecto que levou o governo dos Estados Unidos a mudar sua categorização do que é uma rede de banda larga. Antes, o país considerava dessa maneira conexões de 4 Mbps ou superiores, mas agora, esse patamar é de 25 Mbps. De acordo com os números da Akamai, levando em conta esse novo limiar, a penetração seria de 5,2% em todo o mundo e um aumento de 15% na quantidade de conexões em relação a 2014. A consultoria também apresentou dados básicos sobre o estado da conectividade móvel no mundo, obtidos em parceria com a Ericsson. Segundo o estudo, hoje são mais de 180 países com pelo menos uma opção de conexão mobile, e mil operadoras em todo o mundo oferecendo o serviço. Até o terceiro trimestre, o crescimento no tráfego era de 65% em relação ao mesmo período do ano passado.














Bibliografia ;  http://tobeguarany.com/internet-no-brasil/ 

 





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